A 4.ª edição da Revista Energia e Clima na CPLP, publicada em fevereiro de 2026, destaca os avanços, desafios e compromissos dos países de língua portuguesa no domínio da transição energética e da ação climática, sob o lema “Transformar Ambição em Ação”. A edição reforça o papel da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) como um bloco estratégico e coeso no cenário internacional da energia e do clima.
Um dos principais destaques é o lançamento do Roteiro de Cooperação 2030 em Energia e Clima nos Países da CPLP, um instrumento estratégico que integra, de forma inovadora, as dimensões da energia, clima e finanças verdes. Estruturado em quatro eixos — planeamento energético, liderança e capacitação, mobilização de financiamento e aceleração das transições energéticas — o Roteiro resulta de um amplo processo de diálogo e cooperação regional e visa impulsionar ações concretas e resultados mensuráveis até 2030.
A revista dá também especial enfoque à I Semana de Energia e Clima da CPLP, realizada em outubro de 2025, em Maputo, Moçambique, que reuniu decisores políticos, reguladores, financiadores, sector privado e parceiros de desenvolvimento. O evento consolidou a cooperação técnica e política entre os Estados-membros, promovendo o alinhamento de políticas, a partilha de boas práticas e o reforço de parcerias regionais e internacionais.
Ao longo da publicação, artigos de opinião, entrevistas e reportagens sublinham a importância do planeamento energético, da regulação, da segurança no abastecimento e da mobilização de financiamento climático como pilares essenciais para garantir transições energéticas justas, inclusivas e sustentáveis, com especial atenção aos contextos dos países africanos lusófonos e dos pequenos Estados insulares.
Esta edição afirma ainda a língua portuguesa como um ativo estratégico na diplomacia climática e energética, reforçando a ambição da CPLP de atuar de forma concertada nos grandes fóruns globais, nomeadamente no contexto da COP30. A revista constitui, assim, um contributo relevante para o debate público e institucional, evidenciando que a cooperação lusófona é um fator-chave para transformar compromissos em ações com impacto real no desenvolvimento sustentável.
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